Mostrando postagens com marcador bicicleta. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bicicleta. Mostrar todas as postagens

03/03/2012

Relato de mais um crime de trânsito na Osni.

Relato divulgado nas redes sociais de mais um ciclistas/cidadão
"atropelado" na Rua Osni Ortiga
Dia 03 de março de 2012.
Um dia que começou com uma pedalada ao sol as 7 da manhã terminou em ocorrência policial. Como faço frequentemente, aproveitei o belo dia ensolarado de ontem pra dar um pedal até a Avenida das Rendeiras na Lagoa da Conceição em Florianópolis. Na volta para casa, quando transitava pela Avenida Osni Ortiga, que no seu início é extremamente estreita, um caminhão que entregava materiais de construção, ultrapassou me espremendo contra o meio fio e derrubando-me. Tomei um susto enorme mas felizmente, fora algumas escoriações e hematomas, estou inteiro. O motorista poderia ter esperado 200 metros para me ultrapassar onde a dita avenida alarga-se, mas preferiu fazê-lo perigosamente. Fiz questão de chamar a Polícia Rodoviária Estadual e registrar a ocorrência. O mais incrível e que todos agiam como se eu estivesse errado, apesar de eu demonstrar o meu conhecimento do Código Nacional de Trânsito que diz que na ausência de ciclovia e acostamento o ciclista deve transitar na pista (e não na calçada) e ser respeitado como um veículo que tem a preferência. Até quando vai vigorar o desrespeito ao ciclista? Até morrerem mais alguns? As ciclovias continuam um sonho quase abstrato em Florianópolis.

18/09/2011

Passeio Ciclístico fechando a Semana do Trânsito 2011

Convoco todos os ciclistas, bicicleteiros e pedalantes de Florianópolis, São José e cidades vizinhas, para que compareçam as 9h do dia 25 de setembro, na Beira Mar de São José, para o Passeio Ciclístico:
Mais “ESPAÇO” e respeito para as Bicicletas em nossas Cidades.(ps. O passeio não é longo para dar chance daqueles que não tem o costume e também para as crianças começarem a se acostumar com a Bicicleta ou seja um pedal para a família toda pedalar junto !!!
(
Depois do passeio os grupos podem combinar e pedalar por aí)

É muito importante que todos os Ciclistas compareçam, é um momento de celebrar as ruas e mostrar para a Sociedade que a Bicicleta, é sim boa parte na solução na questão da mobilidade urbana de Floripa, São José, Biguaçu e cidades vizinhas!

Compartilhar as ruas com respeito é possível e só temos a ganhar com isso.
Em nome da PAZ e segurança no trânsito peço a vocês todos a alegria da presença, para pedalar em grupo em mais um Passeio Ciclístico.
Cicloabraços…..

Daniel Biólogo

Associação dos Ciclousuários da Grande Florianópolis http://www.viaciclo.org.br

04/08/2010

Musica da rua !

Artista de rua, Plá, em Curitiba, cantando "para andar de bicicleta tem que ter moral" ... hehehe

Link aqui.


25/07/2010

De bicicleta rumo ao altar



25 de julho de 2010 | N° 8877

CAPA

De bicicleta rumo ao altar

Se casal que pedala junto permanece unido, André Vinícius Mulho da Costa, 24 anos, e Ana Carol Vivian, 23, têm amor eterno garantido. Recém-casados, eles usam a bike para qualquer deslocamento do dia a dia e mais para os passeios e viagens de final de semana.

Tamanha paixão não poderia ficar fora em uma data pra lá de importante: o dia do casamento da dupla.

– Antes mesmo de programar o casamento, já tínhamos o sonho de ir pedalando – conta Ana Carolina.

E foi o que fizeram. Do Itacorubi até a igrejinha na Cachoeira do Bom Jesus, no Norte da Ilha, seguiram acompanhados dos amigos de pedaladas.

– Com retalhos e sobras desenvolvi um vestido reciclado com um dispositivo que acoplei para que ficasse mais curto na hora de pedalar. Quando cheguei na igreja, soltei e ficou longo – relembra a noiva.

Mas a dupla não foi pioneira na ideia. Milton Carlos Della Giustina também foi na sua bike ao lado da noiva em direção à igreja, lá em 1979.

retirado daqui.

Sair de carro é a última opção



25 de julho de 2010 | N° 8877

CAPA

Sair de carro é a última opção

Enquanto para alguns a simples ideia de trocar o carro pela bicicleta traz à mente uma porção de inconvenientes – dias de mau tempo, suor, trânsito inseguro –, para outros é o inverso: abrir mão da bike pelo carro se mostra totalmente sem sentido.

– Acho estranho o fato de, sozinha, conseguir mover uma tonelada – diz a bioquímica Hila Rocha.

Com a vantagem de ter armário e vestiário com chuveiro no trabalho, ela só se locomove de bicicleta.

– Nos dias quentes, posso chegar lá, tomar um banho e trocar a roupa por outra mais adequada – diz ela, que tem no carro estacionado na garagem (que apenas o filho dirige, de vez em quando) um adesivo que lembra as advertências em carteiras de cigarro, enumerando quantos gases o carro emite e os males que isto pode causar ao meio ambiente.

Para o deslocamento, o trânsito lento das grandes cidades é outro ponto extra para a bike. Hila afirma que, dependendo da rua e dos horários, a bicicleta é mais rápida que o carro.

– Faço tudo de bike. Além de trabalhar, vou ao cinema, jantar fora e até pra barzinhos de bicicleta. Em alguns lugares as pessoas acham estranho, parece que sou uma aberração. Mas em outros, sinto muita receptividade.

Ela conta que outro dia foi jantar com a filha em um restaurante japonês que tinha manobrista.

– Ele que “estacionou” e depois buscou a bike para mim. Foi muito engraçado – conta a bioquímica.

Além de não emitir os gases prejudiciais ao meioambiente, que os automóveis jogam na atmosfera, as bikes ainda ocupam menos espaço territorial, um aspecto bem importante em cidades que precisam destinar cada vez mais área para ocupação humana e menos para o cultivo do verde.

O mais recente apelo em nome da bike é a possibilidade de manter a elegância sob duas rodas. Talvez por isso o número de mulheres adeptas do uso da bike esteja aumentando. Nos passeios noturnos organizados pela ONG ViaCiclo - Associação dos Ciclousuários da Grande Florianópolis, a maioria dos participantes é do sexo feminino, que têm um perfil diferenciado.

– São mulheres que se preocupam com a saúde e não dispensam o batom, por exemplo – diz Milton.

É o caso da arquiteta Ana Paula Beszczynski, de Blumenau. Ela usa o veículo para todos os deslocamentos.

– Só uso ônibus em dias de chuva. Vou à padaria, ao mercado, ao barzinho e até às reuniões de trabalho.

Retirado daqui.