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10/01/2012

SC 405

Florianópolis (6/1/2012) - O Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) informa que não fará alterações de trânsito na SC-405, no trevo de Rio Tavares, sem antes ouvir os moradores da região. Alternativas para minimizar os problemas de tráfego no local se restringem, neste momento, ao monitoramento da Polícia Militar Rodoviária e a estudos feitos pela autarquia.
Retirado daqui: www.sc.gov.br

Mais informações sobre a SC 405, veja aqui: Bicicleta na Rua

Mais informações aqui: ALESC e FloripaQuerMais

Calçada e ciclovia na terceira faixa da SC-405 em Florianópolis devem ser feitas após temporada

Governo, comunidade e ciclistas estão discutindo o projeto

O trecho da SC-405, onde foi construída a terceira faixa, deve receber calçadas e ciclovia após a temporada, no Sul da Ilha, em Florianópolis. A obra é uma reivindicação dos moradores e foi anunciada pelo governador Raimundo Colombo na inauguração no final do ano.

A Secretaria de Infraestrutura, lideranças comunitárias do Sul da Ilha e de movimentos de ciclistas da Grande Florianópolis discutiram o projeto para privilegiar a segurança dos pedestres.

Os moradores devem formar uma comissão para acompanhar a elaboração do projeto.

— No período de temporada vamos elaborar o projeto, discutindo com os moradores e assim que a temporada terminar as obras iniciam — explica o engenheiro Paulo França, secretário adjunto de Infraestrutura.

Mudanças em área urbana

Conforme o engenheiro, o modelo adotado na SC-405 será levado para outras rodovias do Estado que também passam por áreas urbanas.

— A questão da SC 405 é um conflito porque ela é uma rodovia em área urbana, por isso vamos buscar uma solução, com os técnicos do Deinfra e com os moradores para que ela atenda os interesses de todos.

DIÁRIO CATARINENSE

04/04/2011

Criada a Comissão de Mobilidade Urbana por Bicicleta - Pro-Bici

DECRETO Nº 8867, de 23 de março de 2011.

CRIA Comissão municipal de mobilidade urbana por bicicleta – pro-bici e nomeia seus membros titulares. O PREFEITO MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS, no uso de suas atribuições conferidas pelos incisos I, IV e XVII, do art. 74, da Lei Orgânica do Município e conformidade com a Lei nº10257/2001, Estatuto das Cidades, DECRETA Art. 1º Fica criada a Comissão Municipal de Mobilidade Urbana por Bicicleta – PRO-BICI, órgão colegiado de natureza consultiva com objetivos de: I – Promover as condições adequadas para mobilidade urbana por bicicleta e a segurança do ciclista, através do acompanhamento, avaliação e monitoramento da infraestrutura cicloviaria de Florianópolis; II – Analisar e emitir pareceres técnicos sobre processos relativos à implantação da infraestrutura cicloviaria; III – Propor ações conjuntas de Fiscalização com os órgãos normativos de trânsito de Florianópolis. Art. 3º A Comissão de Mobilidade Urbana por Bicicleta – PROBICI será constituída pelos seguintes representantes dos órgãos municipais e segmentos da sociedade civil: § 1º Representantes dos órgãos municipais: I – Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis – IPUF: a) Átila Rocha dos Santos; b) Vera Lúcia Gonçalves da Silva; II – Secretaria Municipal de Obras: a) Luiz Américo Medeiros; III – Secretaria Municipal de Segurança e Defesa do Cidadão: a) Ivan da Silva Couto Júnior; IV – Secretaria Municipal de Transportes, Mobilidade e Terminais: a) Lúcia Maria Mendonça Santos; §2º – Representantes da Sociedade Civil: I – Associação dos Ciclousuários da Grande Florianópolis a) Daniel de Araújo Costa; b) Milton Carlos Della Giustina; c) Fabiano Faga Pacheco; d) Alexandre Francisco Sousa; e) Eduardo Green Short; f) Giselle Nocetti Amonn Xavier; g) Rodrigo Gomes Ferreira; Art. 3º A Comissão de Mobilidade Urbana por Bicicleta – PRO-BICI, será presidida pelo Eng. Átila Rocha dos Santos, Superintendente do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis – IPUF e a Coordenação Técnica será exercida pela Arq. Vera Lúcia Gonçalves da Silva, Diretora de Planejamento do IPUF. Art. 4º Compete à Comissão, no prazo máximo de 30 dias, para estabelecer seu Regimento Interno. Art. 5º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Florianópolis, aos 23 de março de 2011. DÁRIO ELIAS BERGER PREFEITO MUNICIPAL

Retirado do site daPMF, ver aqui.

Passeio e assinatura do Decreto, aqui.

03/05/2010

Dia do Pedal / SESC




O Movimento Ciclovia na Lagoa Já, esteve presente neste primeiro de maio no Dia do Pedal promovido pelo SESC. Durante a apresentação no palanque com informações ao microfone das atividades, foi feito o agradecimento a participação do "movimentociclovianalagoajá.blogspot.com", assim mesmo, convidando a todos a acessar nosso blog.
Ajudamos no que foi possível, principalmente durante o Passeio Ciclístico acompanhando junto com a Guarda Municipal de São José aos mais de duzentos ciclistas e seus veículos que pedalaram na Av. Presidente Kennedy, pela região e claro no local do evento na BeiraZé.
Pouco antes do passeio o representante do Movimento, participou de uma "provinha" de equilíbrio sobre a Bicicleta e saindo "vitorioso" recebeu um brinde como prêmio. Estarei disponibilizando o mesmo em uma das Bicicletadas, de todo segundo sábado do mês, que sai as 15h da sede da AMPOLA no Porto da Lagoa. Encontramos muitos ciclistas que tem participado também nas Bicicletadas do Movimento.
Foi um "pedal bem legal"
em um belo sábado de sol !

15/02/2010

Mobilidade Urbana na Lagoa/Floripa.


Atualmente esta é a realidade, poucos motoristas de automotores respeitam o CTB que diz no Art. 201; ao ultrapassar um ciclista o carro deve reduzir sua velocidade e manter uma distância de 1,5m da bicicleta. Outro ponto crítico é o total desrespeito ao limite de velocidade para esta via, de 60km/h, que já é alto, gerando risco de morte a todos que se utilizam deste caminho diariamente, principalmente aos pedestres e ciclistas que são obrigados a compartilhar a mesma rua com os motorizados.

A questão da Mobilidade urbana em Floripa vive um momento crítico em virtude da priorização do carro como transporte individual. Uma das soluções é o investimento em ciclovias/ciclofaixas e passeios para pedestres. Com este tipo de infraestrutura a população de Floripa terá uma boa opção para seu deslocamento urbano, a Bicicleta é um meio de transporte que traz saúde para o usuário e para a cidade pois não emite poluentes e humaniza as ruas. E neste sentido que o Movimento Ciclovia na Lagoa Já vem lutando, em favor da Mobilidade Urbana através do uso do veículo mais eficiente para o trânsito urbano, a Bicicleta.

28/12/2009

Nota no DC

28 de dezembro de 2009 | N° 8667

DIÁRIO DO LEITOR

SOBRE O DC

O editorial Paralisia urbana (DC, 26/12) disse tudo: “...as políticas públicas continuam a privilegiar a Cultura do automóvel”. Eu complemento: e as pessoas, também. Por isso o investimento , “muito mais que urgente”, em ciclovias, ciclofaixas e outras alternativas são a única solução. As cidades foram feitas para as pessoas, e não somente para os carros. Cito um exemplo de um dos cartões-postais de Floripa, a Lagoa da Conceição, com seu trânsito absurdo em qualquer época do ano, carros sobre as calçadas, em local proibido, sempre em detrimento da mobilidade e do respeito aos pedestres. A bicicleta é a solução de grande parte na questão da mobilidade urbana.

Daniel de A. Costa
Biólogo – Florianópolis

Retirado do DC.

09/11/2009

Audiência Pública na SAL

Ocorrida no dia 20 de outubro de 2009
Conheça algumas das reivindicações feitas pelos líderes comunitários, Movimento Ciclovia na Lagoa Já e pelo Vereador Renato Geske:
- Reforma e ampliação da Escola Básica Henrique Veras
- Ampliação do Sistema de esgoto
- Mais segurança no Leste da Ilha
- Implantação de uma base da Guarda Municipal na Lagoa
- Acesso à margem do canal da Barra da Lagoa e da Lagoa da Conceição
- Construção de rampa para puxar embarcações na Barra da Lagoa
- Desapropriação de área na Lagoa da Conceição (Vassourão) para construção de área de lazer aos moradores e visitantes
- Apoio à Barca dos Livros
- Reativação do Conselho Comunitário da Barra da Lagoa
- Criação de uma linha de micro ônibus para a Fortaleza da Barra da Lagoa
- Ciclovia na Lagoa da Conceição e Barra da Lagoa
- Revitalização da Praça Bento Silvério
- Monitoramento Eletrônico na Lagoa da Conceição
- Adaptação de área na Lagoa para estacionamento de ônibus de turismo
- Pavimentação do Morro que dá acesso à Igreja da Lagoa
- Abertura da Casa das Máquinas no período matutino
- Restauração da Casa do Padre

Retirado de; Vereador Renato Geske, Boletim Eletrônico N° 19 - 09/11/2009

19/10/2009

Reportagem mencionando a Ciclovia da rua Osni Ortiga.



Reportagem Especial do DC,
sábado, 17 de outubro de 2009, n 8.577
Trânsito na Capital
Nó de Marinheiro

A imagem corresponde ao pedaço que fala da Ciclovia da rua Osni Ortiga (pág. 5).

"Em relação à Osni Ortiga, o Secretário de Transporte, Mobilidade e Terminais, João Batista Nunes, explica que o único projeto preparado é a Ciclovia, que deve estar pronta até final do ano. Para minimizar as filas, ele reconhece que não há nenhum projeto em andamento."

22/09/2009

"A mobilidade que queremos"

"A mobilidade que queremos", por João Batista Nunes: o transporte pensado para a coletividade, e não para os indivíduos

Neste 22 de setembro, milhares de municípios em mais de 40 países estarão promovendo o Dia Mundial na Cidade Sem Meu Carro, incentivando o uso de outros meios de transporte que não seja o automóvel. Um dia que, mais do que deixar o carro em casa, servirá para uma reflexão sobre a mobilidade urbana que queremos para nossa Capital, e sobre como comunidade e poder público podem imprimir ações para tornar a cidade mais humana e com melhor qualidade de vida.

Pensar mobilidade urbana significa entender a necessidade imediata de priorizar o coletivo, e não o individual. Em média, os carros particulares ocupam 58% do espaço viário das cidades para levar 20% das pessoas que se movimentam no espaço urbano. No sentido oposto, os ônibus transportam mais de 68% das pessoas, ocupando apenas 24% do espaço. Dados simples que mostram que não há como pensar uma melhor mobilidade urbana sem ações fortes que incentivem o uso do transporte coletivo. Esse incentivo passa por um transporte urbano rápido, eficiente e moderno.

Em Florianópolis, medidas baratas e corajosas, como a implantação de corredores exclusivos ou preferenciais para ônibus (linhas brancas) estão se mostrando eficazes, diminuindo o tempo dos percursos, principalmente nos horários de pico, e tornando o transporte coletivo mais rápido do que o individual. Outra ação para incentivar o uso de ônibus será a modernização dos terminais, transformando os equipamentos em verdadeiros shoppings de serviços e comércio, que poderão, também, gerar recursos para serem aplicados no transporte público, tornando o sistema autossustentável e de custo muito menor.

Juntamente com a melhoria do transporte público é fundamental, também, humanizar nossas vias, priorizando as pessoas, buscando outros modais de mobilidade urbana com ciclovias, ciclofaixas, bicicletários e diversos outros mecanismos que incentivem a troca do carro por meios não poluentes de locomoção.

João Batista Nunes é Vice-prefeito e Secretário de Transportes, Mobilidade e Terminais de Florianópolis

Retirado daqui.

24/08/2009

Boas notícias em Blumenau

22/08/2009 | N° 11712
OPINIÃO DO SANTA
Um passo para o futuro

Em reportagem publicada na edição de quinta-feira do Santa, a diretora de Planejamento Viário do município, Rita de Cássia Bruel Antonio, tornou pública a ousada e corajosa decisão da prefeitura de Blumenau de expandir a malha cicloviária nas ruas centrais da cidade. Ousada por representar uma tomada de posição ao lado do que há de mais moderno no mundo em termos de gestão de trânsito – vale dizer, o poder público oferecendo aos cidadãos uma alternativa de deslocamento segura e não-poluente. E corajosa por, em não sendo uma medida em torno da qual haja unanimidade de opiniões, ainda assim ter resistido a pressões e optado pelo caminho ecologicamente sustentável.

Se num primeiro momento a iniciativa de investir em ciclovias pode parecer questionável, qualquer análise mais profunda, racional e sensata do problema, que rompa com o imediatismo, levará à conclusão de que é uma questão de tempo o colapso do trânsito nas grandes e médias cidades do país e do mundo. Se por um lado é impossível prever quando tal esgotamento acontecerá em Blumenau, por outro é coerente vê-lo como uma ameaça real.

Ao apostar nas ciclovias como opção de transporte, a administração municipal cumpre seu papel de ser não só gestora do presente, mas formuladora do futuro. Desta forma, está alinhada com a premente necessidade de o poder público se antecipar e criar opções de transporte alternativo. E, assim, ter legimitidade para, caso seja necessário, implantar ações restritivas ao uso do automóvel, como já acontece em grandes capitais europeias – Londres, por exemplo –, onde cobra-se pedágios de quem insiste em circular na região central da cidade.

Resta esperar agora que a comunidade como um todo – e os personagens do trânsito em particular – tenham a maturidade e a consciência necessárias para reconhecer a importância e apoiar a implantação de um roteiro de ciclovias no município. E este reconhecimento passa pela percepção de que as cidades com o sistema viário mais bem resolvidos do mundo aprenderam a abrir espaços para os ciclistas. E que, além da redução da emissão de poluentes, há o ganho em termos de saúde por parte dos usuários de bicicletas, de forma a aliviar a pressão sobre o sistema público de atendimento.

E se estes não forem motivos suficientes para que se apoie as ciclovias, pensemos nas gerações futuras.

Retirado; http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,185,2626916,12967