
24/10/2011
Poluição na Lagoa e ....

22/11/2010
Atentado à Lagoa
Atentado
Diz a moradora: “Resumindo, nossa lagoa formosa está cada dia mais feia, com casas e prédios tomando conta do verde e das áreas mais arborizadas, buracos nas ruas e calçadas, sem falar da falta de ciclovia que vejo como um crime, um atentado à população que gostaria de manter a qualidade de vida que nos foi dada pela natureza”, observa.
14/06/2010
Bicicletada do segundo sábado de junho
03/05/2010
Dia do Pedal / SESC
11/04/2010
"Frases"
10/04/2010
Resultado do I Concurso de Desenho do Movimento Ciclovia na Lagoa Já.



29/03/2010
I Fórum das Américas de Mobilidade nas Cidades
Dário Berger, prefeito de Florianópolis, participou da cerimônia de abertura do I Fórum das Américas sobre Mobilidade nas Cidades, realizado na capital catarinense entre os dias 22 e 24 de março deste ano. Após discursar para os participantes, ele nos concedeu a seguinte entrevista, transcrita integralmente abaixo.
Como você prevê que estará a questão da mobilidade em Florianópolis ao final da sua gestão?
Eu diria que substancialmente melhor, mais ampliada do que quando eu evidentemente assumi a Prefeitura. Sabe que nós construímos o Elevado do Itacorubi, o Elevado de Campinas, estamos construindo agora o Elevado do Trevo da Seta e vamos construir o Elevado do Rita Maria, que são gargalos importantes e fundamentais de congestionamento que provocam enormes filas. Além disso, nós estamos investindo na mobilidade urbana como conceito de cidade, entendeu? Não é só a construção de elevados. Nós estamos pensando no pedestre, melhorando as calçadas para as pessoas caminharem, nós estamos investindo em ciclovias, para ter um novo meio de transporte alternativo, e nós estamos pensando em um outro modal de transporte urbano, que seria o metrô de superfície, que está sendo estudado e que, mais cedo ou mais tarde, terá que ser implantado. Além disso, nós estamos revitalizando os principais balneários com essa infraestrutura, proporcionando, assim, maior conforto e maior segurança em praticamente a cidade inteira.
Quais ciclovias você acredita que serão, de fato, implementadas em Florianópolis nos próximos anos?
Bem, hoje eu acabei de inaugurar a ciclovia do Campeche que liga o Rio Tavares. Mas agora nós vamos fazer a terceira pista da SC-405, que liga o Trevo da Seta até o Rio Tavares. A partir desse momento será construída também uma nova ciclovia. Então você vem do Campeche até o centro da cidade por um sistema alternativo de ciclovia, porque você pega a Via Expressa Sul, que já existe a ciclovia, e vem até o centro da cidade por uma ciclovia, liga com a Beira-Mar. Você pode observar que a Beira-Mar está completamente em obras, nós estamos fazendo todo o enrocamento, vamos ampliar as calçadas e vamos remodelar a ciclovia. Além disso, nós temos projetado todas as nossas rotas de tal forma que possam obedecer à pavimentação da rua, ao melhoramento da rua, mas também com as calçadas e com as ciclovias. Acho que nós estamos avançando bastante, acho que demos um primeiro passo e, daqui para frente, essa questão da mobilidade observada mais como um desenho urbano, e não só como a criação de novas ruas para veículos. A nossa prioridade tem sido também colocar as pessoas em primeiro lugar em detrimento dos motores e dos veículos.
A ciclovia da Bocaiúva foi inaugurada há quase um ano. Ela, ainda hoje, não foi finalizada e volta e meia é difícil você passar por ela, justamente porque volta e meia há carros estacionados lá. A ciclovia do Rio Tavares ainda tem alguns postes no meio do caminho. Você pode falar o vai ser melhorado nas ciclovias e sobre a Osni Ortiga, falar na Osni Ortiga e no Itacorubi, que já devia ter saído no começo do ano?
Bem, a Osni Ortiga é um obra extremamente importante, uma reivindicação antiga, e a minha opinião é que nós temos que, em primeiro lugar, fazer é uma nova ponte na Lagoa da Conceição, de tal maneira que nós possamos oxigenar a lagoa pequena, porque a lagoa pequena tem só um canalzinho ali que a alimenta, que tem provocado grandes prejuízos à fauna e à flora daquela região. Concomitantemente com isso, nós temos um projeto de acesso alternativo à Avenida das Rendeiras para a Joaquina. E também temos já o projeto concluído da ciclovia da Osni Ortiga. Infelizmente, não existe recurso para que a gente possa fazer tudo ao mesmo tempo. Se nós tivéssemos essa possibilidade, meu desejo era que eu pudesse fazer todos esses projetos, implantar de uma forma imediata e bastante rápida. Mas, como você pode ver, a cidade está em constante transformação. Se você observar, na Avenida Hercílio Luz se criou um espaço urbano completamente diferente, mais aprazível, inclusive agora passa a ser uma alameda cultural. Se você vai para Canasvieiras, o centro de Canasvieiras foi todo remodelado também, com ciclovia, com calçadas e com passeio. Se você vai para Ingleses também. Se você agora vai para Cacupé, Santo Antônio e Sambaqui nós estamos também reconstruindo todos os nossos principais balneários. E evidentemente que temos um longo caminho a percorrer. E a outra questão que você me diz o seguinte. Ainda existem carros que estão estacionando em cima da ciclovia, ainda existem alguns postes que precisam ser removidos. São questões conjunturais que demandam, em primeiro lugar, uma alteração de concepção de utilização dos espaços urbanos. Acho que nós precisamos ter mais consciência, nós precisamos aprimorar, nós precisamos rever conceitos, reavaliar as nossas posições de tal maneira que a gente possa efetivamente construir a cidade que todos nós desejamos, que é uma cidade com mais espaços públicos, com mais verde, com mais qualidade para nos locomovermos, que seja de bicicleta, seja a pé, seja caminhando, ou seja com veículos, construindo os elevados, construindo as avenidas, de maneira que as pessoas possam se locomover com segurança e rapidez.
A ciclovia do Itacorubi e de Coqueiros, que estavam para sair, como é que está a questão delas?
Essa questão é como eu te digo, uma questão muito cultural. Existe uma reação muito grande de um segmento da sociedade que prefere que se mantenha o estacionamento a se fazer as ciclovias. Coqueiros, por exemplo, é uma via gastronômica e se utiliza aquele espaço para estacionamento para utilizar os principais restaurantes da orla. Então, isso tudo tem o seu tempo. O prefeito não é o imperador. O prefeito tem o poder da palavra e o poder do convencimento. A gente muitas vezes faz o projeto, mas tem dificuldade para implantar o projeto. E tem dificuldade até para fazer as pessoas compreenderem o projeto, como é o caso do nosso Plano Diretor, que nós fizemos agora que é democrático e participativo.

Dário Berger em entrevista para o Bicicleta na Rua durante o Fórum das Américas de Mobilidade nas Cidades. Foto: Juliana Diehl.
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“Nós precisamos rever conceitos de tal maneira que a gente possa efetivamente construir uma cidade com mais qualidade para nos locomovermos, que seja de bicicleta, seja caminhando, ou seja com veículos, construindo os elevados, construindo as avenidas, de maneira que as pessoas possam se locomover com segurança e rapidez.”
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“O Plano Diretor que nós elaboramos é um encanto! As pessoas de repente estão meio preocupadas porque não tiveram tempo de analisar profundamente ainda todos os detalhes que norteiam o Plano Diretor .“
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Como está a parceria do governo do Estado com Florianópolis para que passe um trem pela Ponte Hercílio Luz?
O projeto de viabilidade econômica está em licitação. Vamos definir o traçado, definir a viabilidade econômica e depois, evidentemente, buscar os parceiros para a implantação do metrô de superfície, que possa atender, sobretudo, à região metropolitana, que seria, principalmente, nesse primeiro momento, São José e Florianópolis. Depois, São José, Palhoça, Biguaçu e Florianópolis.
Especificamente em Florianópolis tem alguma idéia de por que locais ele passaria?
Passa pela Ponte Hercílio Luz. A princípio, temos vários estudos. Poderíamos utilizar o próprio sistema viário existente como poderíamos usar a Beira-Mar Continental, ligando à Beira-Mar de São José em Barreiros, porque um dos grandes projetos que tem que sair do papel nos próximos anos é mais uma ligação entre a ilha e o continente. Como você pode observar há um saturamento de acesso entre a ilha e o continente. Sobretudo porque, se você observar no mapa, nós temos apenas o acesso sul de entrada da ilha. Você vem do sul do Estado, você vem de Criciúma, você vem de Porto Alegre, você vem de Palhoça, você entra e a tendência de você é ir para o Sul da ilha. O que que nós precisamos? Nós precisamos criar um novo acesso de entrada e de saída da ilha. Quem vem de Joinville, quem vem de Curitiba, quem vem de Biguaçu, entra por esse acesso norte, pega a Beira-Mar Norte e, evidentemente, vem para o norte, criando, então, esses dois acessos. Isso seria através de um túnel, que já está sendo projetado também. E o metrô de superfície pode passar pela Ponte Hercílio Luz ou pode passar pelo túnel ou pode passar por outra alternativa. Esses estudos ainda são preliminares e estão sendo discutidos com os técnicos do governo do Estado e com os técnicos da prefeitura.
Na Ilha, ficaria onde? Chegaria à universidade ou à Lagoa? Ou está meio obscuro ainda?
A princípio, se faria algo como o que existe em Paris, seria uma périphérie. Seria um círculo que passa pela Beira-Mar, circula a Deputado Antônio Edu Vieira e volta pelo centro da cidade, fazendo esse grande contorno da Bacia do Itacorubi, alimentando-se, então, depois, com os ramais pro sul, pro norte, pro leste da ilha, de acordo com a necessidade.
Como seria a questão do transporte sustentável no novo Plano Diretor Participativo?
O transporte sustentável é sempre uma exigência e um desafio para os administradores públicos. O transporte sustentável é um problema aqui em Florianópolis como é um problema em Joinville, um problema também em Stuttgart – se não é um problema ainda maior -, como é um problema em Paris. Na verdade, a mobilidade urbana e o transporte sustentável é realmente o grande desafio para as civilizações do futuro. Você vê que cidades consagradas, como é o caso de Stuttgart, que é um modelo de gestão, mesmo assim, nos horários de picos, nas principais vias, existe um congestionamento significativo como o nosso. E por quê? Porque a qualidade de vida vai aumentando, no mundo inteiro vai aumentando, e muito embora você tenha transporte alternativo, de metrô, de trem de superfície, de ciclovia e de outros transportes, mesmo assim existe uma dificuldade enorme de buscar uma sustentabilidade no transporte coletivo. E como é que se busca isso? Com essas alternativas, com você ampliando as formas de acesso que a população terá para se locomover. E não só através do carro pop, e sim o do transporte coletivo, seja ele marítimo, seja ele de bicicleta, seja ele a pé ou seja ele através de metrôs, seja metrô de superfície ou seja metrô subterrâneo. E acho que esse é o desafio das grandes cidades e Florianópolis já está partindo desse patamar de uma grande cidade.
O Plano Diretor que nós elaboramos é um encanto! Comparado ao plano diretor atual com o Plano Diretor proposto pela nossa administração, este é 75% aproximadamente mais restritivo do que o atual. Então não existe motivo nenhum para preocupação com relação à implantação do novo Plano Diretor. Não seria eu, um cidadão menos ajuizado de elaborar um Plano Diretor que não buscasse a sustentabilidade da cidade para os próximos dez, vinte, trinta anos. Então eu deixaria como estava. Eu não seria desavisado e inconseqüente de levar uma proposta para a sociedade e para a Câmara de Vereadores que não tivesse esse viés de sustentabilidade. Só o tempo dirá.
As pessoas de repente estão meio preocupadas porque não tiveram tempo de analisar profundamente ainda todos os detalhes que norteiam o Plano Diretor, que foi construído de forma democrática e participativa. A partir do momento em que todos tiverem conhecimento do Plano, você vai ver que o Plano tende a ser uma unanimidade, porque foi construído com uma leitura democrática e participativa das comunidades. E depois nós juntamos isso tudo um projeto de lei. E esse Plano Diretor, é bom que eu diga para você e para todos os cidadãos de Florianópolis o seguinte: esse não é o Plano definitivo e acabado. Ele é susceptível de alterações, de sugestões, de supressões, de melhoramentos, e cujo fórum pode ser ainda através da prefeitura. Nós ainda estamos recebendo até o dia 30 todas as sugestões. Os que tiverem sugestões para fazer podem fazer por escrito, justificando devidamente até o dia 30. Nós vamos receber essas sugestões e podemos incorporar já à proposta do Plano Diretor ou encaminhar anexo ao nosso Plano Diretor que nós elaboramos, enviando à Câmara de Veradores, para que já tenha essas informações preliminares, essas sugestões comunitárias que precisam ser levadas em consideração no momento da aprovação.
Então eu queria dizer para vocês com relação ao Plano Diretor que não há motivo para preocupação. Há motivo sim de preocupação das grandes construtoras. O Plano Diretor diretor privilegia as áreas verdes, os parques, os espaços públicos, redefine a ocupação do solo de tal forma que seja mais racional, mais equilibrada, ao contrário do que aconteceu ao longo da história de Florianópolis, com as construções dos paredões que vocês conhece hoje aí. Então, eu queria dizer para vocês que essa tentativa de nós entregarmos o Plano Diretor para a Câmara de Vereadores, houve uma pequena reação dizendo assim, com uma expectativa de que o Plano Diretor possa desconfigurar a nossa cidade e proporcionar uma insegurança e um crescimento desordenado ou exagerado de nossa cidade. Pelo contrário: ele é extremamente restritivo.
Agora, evidentemente que nós também não podemos estancar o desenvolvimento da cidade. Porque a cidade, quer queira ou quer não queira, ela tem que crescer para algum lugar, você está compreendendo? Não existe a gente colocar um marco zero por aqui e dizer o seguinte: ‘bem, a partir de agora, não se constrói mais nada, não se faz mais nenhum prédio, não se faz mais nenhuma casa’. Isso não existe. Esse Plano Diretor tem as suas regras, os seus procedimentos e é o que nós estamos propondo. Como eu te falei, ele não é acabado, nós não temos o objetivo de ter descoberto o melhor Plano Diretor. Ele vai para a Câmara de Vereadores, será novamente amplamente discutido com toda a sociedade, que poderá fazer sugestões. E a Cãmara terá todo o direito de ampliar, de melhorar, de alterar e fazer com que a gente possa ter um Plano Diretor que atenda à grande maioria da população.
28/03/2010
Mosaico atualizado

Bicicleta Fantasma na Osni....
A bicicleta fantasma ou ghost bike em inglês, é aquela bicicleta presa num poste, indicando o lugar onde um ciclista foi “assassinado” por uma arma chamada carro, sim, pois se o uso deste for inconsequente e sem o respeito as Leis, o carro se transforma em arma letal, muito letal e, tanto para seu usuário como para pedestres e ciclistas.
A foto foi tirada 18 de março de 2010 e ainda não consegui mais informações mas, pelos relatos de locais, neste trecho da Osni Ortiga um Homem transitava em sua bicicleta quando foi atingido por um automotor que o “pressionou” contra um poste que fica a poucos centímetros da borda da calçada, fazendo com que o mesmo caísse da bicicleta e sem saber de mais detalhes, este ciclista veio a óbito.
Neste trecho não há muito espaço e pelo desrespeito ao Código de Trânsito Brasileiro por uma parcela dos motoristas estes “incidentes” ocorrem (excesso de velocidade e Art. 201). Aqui o ciclista deve andar na faixa e o carro deve respeitar e andar atrás até ser possível ultrapassar em segurança e em baixa velocidade!
21/02/2010
Mais fotos da bicicletada de Carnaval
Estão para o ar, com algum atraso, mais algumas fotos da bicicletada do Carnaval. Veja novos ängulos desse evento que introduziu novos ciclistas e novas ideias para disseminar o ciclismo, proteger o ciclista e lutar pela CICLOVIA NA LAGOA. Para ver as fotos CLIQUE AQUI.
15/02/2010
Mobilidade Urbana na Lagoa/Floripa.
01/01/2010
Bicicletada em 2010
31/12/2009
Grupos de Pedaladas
Balada de Pedais - com este título saiu na revista de verão do DC (pág.15) uma "reportagem" dos vários grupos de pedal que se encontram pela cidade de Floripa. Com vários objetivos, desde apenas pedalar como lazer, para melhorar a saúde, para treinos e outros que se dedicam mais ao "cicloativismo", não gosto muito deste termo, mas é utilizado para definir aqueles que reivindicam o Respeito aos Ciclistas e Pedestres, além da implantação de estruturas viárias tais como as Ciclovias, Ciclofaixas e Passeios. Sendo estes últimos a "luta"do nosso Movimento, a Ciclovia na rua Osni Ortiga para o deslocamento seguro de ciclistas e pedestres.
O Movimento Ciclovia na Lagoa Já esteve presente em vários eventos como participante, promovendo alguns também e na Bicicletada da Lagoa todo segundo sábado de cada mês. (410 ciclistas)
Uma coisa todos tem em comúm, a mobilidade urbana sustentável, ou seja transporte urbano sem emissão de poluentes no ar ou sonora e sem congestionamentos !!!
Um dois mil e 10, nota dez !
E que nossa Ciclovia seja definitivamente implantada !!!
16/12/2009
Reunião na AMPOLA
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09/11/2009
Audiência Pública na SAL
Conheça algumas das reivindicações feitas pelos líderes comunitários, Movimento Ciclovia na Lagoa Já e pelo Vereador Renato Geske:
- Reforma e ampliação da Escola Básica Henrique Veras
- Ampliação do Sistema de esgoto
- Mais segurança no Leste da Ilha
- Implantação de uma base da Guarda Municipal na Lagoa
- Acesso à margem do canal da Barra da Lagoa e da Lagoa da Conceição
- Construção de rampa para puxar embarcações na Barra da Lagoa
- Desapropriação de área na Lagoa da Conceição (Vassourão) para construção de área de lazer aos moradores e visitantes
- Apoio à Barca dos Livros
- Reativação do Conselho Comunitário da Barra da Lagoa
- Criação de uma linha de micro ônibus para a Fortaleza da Barra da Lagoa
- Ciclovia na Lagoa da Conceição e Barra da Lagoa
- Revitalização da Praça Bento Silvério
- Monitoramento Eletrônico na Lagoa da Conceição
- Adaptação de área na Lagoa para estacionamento de ônibus de turismo
- Pavimentação do Morro que dá acesso à Igreja da Lagoa
- Abertura da Casa das Máquinas no período matutino
- Restauração da Casa do Padre
Retirado de; Vereador Renato Geske, Boletim Eletrônico N° 19 - 09/11/2009
22/08/2009
Relato de moradora do porto da lagoa
Tão simples, tão claro, tão óbvio!!! Pena que aqui em Floripa estejamos tão longe desta realidade… infelizmente a política arcaica ainda reina neste estado, de forma tão “tempo dos coronéis”, diretamente do Maranhão do Norte para o Maranhão do Sul… é uma pena!!!! Espero muito chegar este dia onde poderemos livremente e com segurança pedalar nossas bikes!!!
por PS – Moradora do Porto da Lagoa
08/07/2009
Relato de uma moradora do porto da Lagoa
Hoje mesmo vi um caso. Um casal de ciclistas foi quase atropelado por um caminhão, que há mais de 60km por hora, buzinava estarrecidamente para os ciclistas irem mais para o canto…eu ali sentada no trapiche pensei: – O caminhoneiro quer jogá-los na Lagoa, hein? Um absurdo.
Por BB – Moradora do Porto da lagoa.
